Entretanto, quando falta o carinho e a atenção, as consequências podem ser muito prejudiciais às crianças. Sintomas como inapetência ou fome exagerada, medo do escuro, de dormir sozinho, dores de cabeça ou de barriga, agressividade, choros inexplicáveis, brigas na escola, ansiedade, são alguns exemplos típicos da carência afectiva. Se a criança não consegue exprimir as suas necessidades afectivas, passa a fazê-lo pela negativa, isto é, chama a atenção da família e dos educadores pelo comportamento inadequado ou pela doença física. Nesses casos, nada melhor do que conversar e procurar descobrir o que está a fazer falta a esse pequeno ser. Caso ele ainda não seja capaz de uma conversa, beijos e abraços nunca são de mais…
0 a 1 ano: fazem com que a criança se sinta segura, aconchegada e desejada pela família. Ajudam na alimentação e no sono.
1 a 2 anos: ensinam a importância do toque, carinho e respeito nos relacionamentos.
São fundamentais na hora dos primeiros passos e primeiros tombos.
2 a 3 anos: estimulam a expressão alegre e confiante junto aos outros.
3 a 4 anos: facilitam a integração social e o estabelecimento das primeiras amizades.
4 a 5 anos: estimulam a autoconfiança e o amor-próprio.
5 a 6 anos: propiciam uma melhor compreensão sobre os conceitos de solidariedade e compaixão.
1 a 2 anos: ensinam a importância do toque, carinho e respeito nos relacionamentos.
São fundamentais na hora dos primeiros passos e primeiros tombos.
2 a 3 anos: estimulam a expressão alegre e confiante junto aos outros.
3 a 4 anos: facilitam a integração social e o estabelecimento das primeiras amizades.
4 a 5 anos: estimulam a autoconfiança e o amor-próprio.
5 a 6 anos: propiciam uma melhor compreensão sobre os conceitos de solidariedade e compaixão.


